Como
parasitas vestindo-se de lindas orquídeas, pessoas
invejosas sugam a seiva da sincera amizade.
Como
as orquídeas, colocam-se belas, atraentes, indispensáveis...
Deslizam
sorrateiras, como trepadeiras decorativas, por sobre suas vítimas
a fim de consumir o brilho que não lhes pertence.
São
como nuvens que por horas, dias, até conseguem encobrir o
esplendor do sol, mas pura ilusão...
O
sol estará lá, elas passarão.
Mentes
invejosas, que teriam como conseguir seus próprios méritos,
mas o coração pesado pelo ciúme não permite essa visão.
Enquanto
parasitam, têm seus minutos de glória, mas como toda a
verdade, isso acaba rapidamente.
Pobres
orquídeas, transfiguradas em vampiros...
Seres
que usam da mentira, da coação, do medo, para conseguirem
no desespero agarrarem-se ao sonho do “aparecer”.
A
mente invejosa, não cria por amor, cria por interesse.
Não
ajuda por solidariedade, ajuda visando retorno.
Não
fala com a voz da sinceridade, usa a lábia que lhes é
comum.
Mas
são pobres parasitas enfeitados, que uma vez arrancando-os
de onde tiram a ilusão de ser alguém...
Viram
pó...Como vampiros à luz do sol.