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efeito by Gi
RETRATO DE MINHA
MÃE EM 1953
PRAÇA SANTOS
ANDRADE
CURITIBA-
PARANÁ
GI (NANY
SCHNEIDER)
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O sorriso
ainda é o mesmo,
Maria
Madalena Ferreira dos Santos
Retratos
antigos, mostram
Se
nosso físico mostra a idade,
o
espelho mostra nossa vaidade...
Os
olhos mostram nossa alma...
ao
vermos velhos retratos,
é
notar, que se nosso corpo envelheceu,
nossa
alma rejuvenesceu...
Bastou-nos
conservar a alegria de viver,
para
nossa alma viva se manter...
Esse
é o segredo da juventude jamais perdida...
Viver
a vida, como deve ser vivida...
Pego-me
a ver esses retratos de outrora,
Não
reconheço mais a menina feliz.
Pessoas
queridas que não mais estão aqui.
Sonhos de
criança, que não consegui alcançar.
Contos
de fadas que não tiveram finais perfeitos.
Mas
o espelho mostra a realidade, não a sonhada,
Só
a realidade, atual, sem sonhos nem contos.
A
expressão séria e mais dura, mostra a vida real.
Muitas
metas foram atingidas, muitas ficaram lá...
Antigas...nos
retratos amarelados...
Conta
histórias de uma vida.
Revela
o passado inocente,
Escondido
atrás de um sorriso.
Sorriso
que ainda é presente,
Na
lembrança da infância,
Recordando
os bons momentos,
Que
assim como os retratos,
Bons
momentos, nós fazemos
Às
vezes já amarelados...
Gravura
em preto e branco
onde
um rosto se revela...
na
boca, um sorriso franco
mostrando
uma expressão bela...
Busco,
no retrato antigo,
pois
a alma não se exclui...
mas
a essência permanece.
Se
um dia aprendi sonhar,
retrato
antigo, não olvide!
Venina
M. Santos
vejo
algumas marcas do tempo...
O
meu interior continua o mesmo...
Tenho
sonhos e fantasias...
que
levava aos meus amores...
Meus
olhos se entristecem
Retrato
Antigo
Na casa de minha mãe tem um retrato
Que a ela pertence de direito e de fato
É o retrato do meu genitor
Que repousa nos braços do Criador
Partiu aos vinte e sete anos
Deixando este mundo onde impera o ódio e o engano
Isto foi há cinqüenta anos atrás
Não me lembro dele, pois eu era novo demais
Só
o velho retrato
De direito e de fato
Mostra-me um pai digno de todo respeito
Porém dele não recordo da voz nem do seu jeito
O velho retrato deve ser bem guardado
No fundo da mala ou na parede pendurado
Só assim podemos voltar ao passado
E até mesmo perceber como os tempos andam mudados.
A
FOTO
Estava com tanta saudade
que tirei do fundo do baú o seu retrato...
Olhei para o seu rosto tão jovem, apaixonado,
parecia que uma lágrima corria
naquele rosto envidraçado...
as minhas lágrimas, também correram, para fora, para dentro...
por todo lado...
Como doía meu peito, desapontado,
com o amor que não encontrou lastro
continuidade, só solidão...
Parecia que seus lábios comigo falavam,
pediam os beijos guardados, os recusados,
os magoados,
e aqueles ofertados com carinho,
um dia, no passado...
Apertei o porta retrato contra meu peito
para ver se você entrava de novo
em meu corpo, em nosso leito
e até hoje, estou aguardando
essa decisão:
que você volte, volte com sofreguidão,
com sede...
sede de amor, para dentro do meu coração
Margaret
Pelicano
Brasília

Retrato
Antigo...
Nos
retratos antigos,
vejo
em minha alma alegria ou lamento,
vejo
que um dia fui inocente sem saber como era a vida.
Hoje
vejo no espelho, traços da realidade, que ontem me escondia,
e
que hoje choro por aqueles dias.
Dias
de alegria, dias de momentos felizes.
E
que nunca mais serão os mesmos,
porque
a cada momento terá um retrato antigo,
para
lembrarmos desses dias com alegria ou com um grande lamento.
E
nessa lembrança, recordo através do espelho os traços que hoje traz a
realidade.
Sara
Correia

Retrato
do tempo que passou
momentos
da nossa eternidade
de
uma história que só começou.
Passado
e presente, um passo
num
elo de história envolvente
o
ontem e o hoje, num abraço,
que
nos levam ao "para sempre"
Faiçal
Tannus - Ateneu
Olhando
hoje esses retratos
Consegui um
por fim encontrar...
Esse
trás uma doce lembrança,
de
um tempo em que estive a sonhar.
Um
tempo em que o sorriso fluía,
docemente
a cada momento,
alguns
perdidos pelo tempo.
Esse
retrato me trás fortes lembranças,
de
um acontecimento que não voltará mais,
de
uma história por mim vivida,
que
outrora ficou para trás.
cúmplice
de minha felicidade,
hoje
vive num canto esquecido,
é
a marca da minha saudade.
E
assim eu vou seguindo...
vivendo
numa infinita recordação.
trazendo
dentro do meu peito,
a
marca de uma grande paixão...
Mas
que me trouxe muitas emoções!
foi
como se o tempo desse
pessoas
que já não existem...
te
vi feliz, sorridente...
Um velho
retrato encontrei.
Que
o fim tudo apagasse ,
Mas
voltou-me por encanto
A
memória do que se foi...
Lembrei
dos dias de encontro,
Lembrei
dos lindos castelos
De
sonhos e areia, eu sei.
Lembrei
de quanto era belo
Eu
cria em sua alma e corpo,
Lembrei
de seu jeito maroto
De
tudo enfrentar com sorrisos.
De
quando comecei a tremer
Te digo
o que a ele não disse:
Do sentimento
que me feriu,
Que
me preenche, completa,
Que
jamais muda de jeito,
Quanto
a ti, não tem jeito,
Com um
agradecido beijo...
RETRATO
ANTIGO
Entre
as mãos tenho o Retrato
que me traga de emoção
é tão grande esta saudade
que me ensombra o coração.
Candura, carinho amor,
toda a espécie de aventura,
recordo neste retrato
em refolhos de ternura.
Antigo, mas bem presente
que aquilo qu'a gente sente
Sempre aqui fica presente
quando olho este Retrato.
ALUENA - Portugal
02/05/2005
http://maktubpoema.no.sapo.pt

Voltar
ao tempo pudera...
aquela
velha foto quem dera.
que
no escuro da noite brilhavam,
que o
meu olhar iluminava.
Adormecidos
meus sonhos, ocultos,
quem
sabe algum dia, quem sabe,
ao
despertar encontre moldurado,
o teu
semblante risonho, colado,
Rita
Noélia Caminha Weyne
Naquele
cantinho familiar da sala,
onde
os sonhos realizados,
em
fotos, foram colocados.
Posso
ver você, Mãe ... doçura!
Você
ali juntinho, Pai...ternura!
Num
retrato antigo, na parede,
dizem
tudo (naquela foto),
numa
festa feliz de outrora.
Entre
valsas, boleros.... bailados...
Nas
canções...sonhos e tons ao violino...
seu
dom se revelava, Pai!
são
ouvidos no silêncio da sala!
Lembranças
vivas e felizes;
saudades
alegres de vocês...
Eterno
amor gravado na fotografia!
Naquele
"Retrato Antigo",
fixado
na parede da sala,
vocês
permanecem a olhar a família,
como
se o passar do tempo não existisse!
RETRATO
ANTIGO
Olho
o retrato sobre a mesa,
É
um momento para sempre perpetuado,
Família
reunida em um tempo chamado passado,
Fecho
os olhos e posso reviver cada instante,
Passo
os dedos suavemente pelo retrato,
Posso
sentir cada rosto e sorriso,
Ainda
lembro da musica,
E
de nossas vozes a cantar,
Era
uma páscoa encantada,
Eu
era uma menina de olhar brilhante,
Cheia
de alegria e esperança,
Cada
um com um sonho a realizar,
Mas
o tempo passou,
E
ao olhar a foto novamente,
Vejo
que ela já desbotou,
As
cores já não são tão nítidas,
Parece
que os sorrisos já não são os mesmos,
E
os olhares perderam o brilho,
É
uma foto amarelada pelo tempo,
Acho
que somos como as fotos,
E
perdemos a cor com o tempo,
Nossos
sorrisos já não são os mesmos,
Os
olhares já não possuem o mesmo brilho,
Os
cabelos embranqueceram,
E
as canções já não são mais cantadas,
É
o tempo que passou e um pedaço de nossas vidas levou,
E
uma grande saudade no coração ficou,
Somos
como retratos antigos,
Que
a vida em nossos corações gravou,
E
uma recordação para sempre deixou...
(Patrícia
Montenegro)
RJ,
06-05-05 - 00:10 horas

para
no futuro voltar admirar, os sonhos,

RELÍQUIA
No
baú de minhas recordações
encontrei
hoje
aquele
retrato...
Antigo
amarelado
pelo
tempo desgastado...
Um
tempo
em
que tudo era sonho
e
vivíamos
um
sonho por dia
um
dia por hora...
Nos
amávamos
à
cada segundo
em
ato profundo
éramos
os donos do mundo...
Essas
recordações
trouxeram
de volta
nossos
instantes dourados
uma
vida
de
sonhos concretizados...
E
tudo que meu coração esqueceu
Meus
olhos lembraram...
Míriam
Torres®
07.Maio.2005
17h07
ITANHAÉM SP
Uma
foto na moldura da estante
Na
lareira uma chama acanhada
Noite
fria, linda noite enluarada
Belo
cenário a qualquer amante.
Perfume
que envolve o quarto
É
o mesmo perfume do jardim
No
alpendre, debruça o jasmim
Das
lembranças que ainda trato.
Na
poesia contemplo meu enfado
Os
versos, a companhia para a solidão
A
saudade que agora habita o coração
Insinua
o cansaço no cabelo prateado.
Suave
música misturada ao pranto
Toalha
de renda enfeitando a mesa
Com
os óculos, o terço para a reza
Uma
cadeira vazia no outro canto.
A lágrima
seca brotada do medo
Dois
travesseiros, uma cabeça.
E
para que eu nunca o esqueça,
A aliança
junto a minha, no dedo.
Em
branco e preto
Hoje
já desbotado
Tão
manuseado, amassado
Tua
expressão continua bela!
Quando
a saudade dói
Corro
aqui para o meu sótão
Canto
das minhas recordações...
Sozinha,
escondida, posso enfim
Derrubar
lágrimas sentidas
Ao
relembrar minha mocidade
Você
foi meu melhor sonho
O
maior amor!
Que
eu não vivi...
Nadir
A D'Onofrio
09/05/2005
24:42
Santos

ANTIGOS
RETRATOS DE FAMÍLIA
O
fantasma de uma realidade feminina
que
nos retratos das mulheres da família
resistiu
à esponja que o tempo ia passando
nas
suas feições, talvez uma secreta mensagem
que
elas iam legando às futuras mulheres,
como
lhes pedir a reparação de uma sofrida
prepotência
que as reduzia aquela pose
de
nostálgicos animais enjaulados em sépia.
Nos
retratos, as mulheres da família suportavam
sentadas
ao lado dos maridos que estavam em pé,
o
jugo da mão conjugal, triunfalmente pousada
nos
seus ombros a indicar-nos a tranqüila certeza
de
terem amestrado aqueles animais sedentários.
Pilar
Casagrande
Rio
Claro / SP – Cidade Azul

ÁLBUM
DE FAMÍLIA
Olho
o álbum de retratos
Ao
centro
,
em
destaque
, tua
fotografia
;
Vinte
anos
,
talvez
,
Tinhas
,
quando
partistes,
Sem
despedidas
,
sem
alardes
,
Misteriosamente,
Silenciosamente
...
Como
sempre
,
reservado
...
Olho
no
retrato
,
teu
sorriso
enigmático,
E
uma
ponta
de
tristeza
em
teu
olhar
,
Dá-me
a
impressão
,
que
queres
dizer
algo
;
Talvez
uma
explicação
,
talvez
uma
despedida
,
Quem
sabe...
O
que
terás
levado
em
segredo
,
para
o
outro
lado
!
Guardado
em
silencio, sofrido,
calado
,
E
agora
...
Quem
me
responde as
perguntas
?
Diga-me
filho
meu
!
Aquietes
meu
coração
,
Mas
...
Não
podes responder-me!
Um
dia
,
talvez
me
reveles
,
E
desfaças
este
mistério
,
Quando
contigo
eu
estiver,
outra
vez
!
Antonieta
Elias Manzieri
anny.elias@uol.com.br

AQUELE
RETRATO ANTIGO
Ao
olhar atentamente
Aquele
retrato amarelecido
Pelo
tempo corroído,
Recordações
me vieram à mente
Dos
bons momentos
Naquele
passado vivido.
O
sorriso sempre presente
Nos
lábios de minha mãe,
Enquanto
nos abraçava
Fortemente,
Para
a pose do retrato
Que
meu Pai alegre tirava
Daquela
família feliz
Que
ali o rodeava.
Saudades
do tempo passado
De
uma infância que não volta,
Mas
que estará sempre patente
Num
retrato amarelecido
Pelo
tempo corroído.
Natália
Vale
(Portugal)
09.05.2005
Retrato
Antigo
Retratos
antigos nos levam a ter:
Recordações
que podem ser de tristeza ou de alegrias...
Saudades
do que vivemos...
Com
isso trazendo lágrimas aos olhos,
Muitas
vezes de tristeza ou de alegria.
Ao
vê-lo, passa um filme em nossa mente,
Tão
rápido como o tempo que passa célere.
Aí
quem me dera pudesse voltar o tempo...
Até
aquele tempo do retrato antigo.
Mas
ao mesmo tempo agradeço cada ruga,
Cada marca
do tempo,
Que
hoje aparece em meu rosto...
Mas não
aparece no retrato antigo.
Elisabeth-Mana
ETB
Anápolis
- Go, 09-05-2005
TEMPO
Antes que a música acabe
cante todos os versos
toquem mãos-coração
utopias-fantasias
passado- tempos idos.
Antes que o tempo compasso finde
entregue à irresponsabilidades do mundo
ao luto dor-homem
mãos agarrem a ultima nota da melodia
mantendo viva a eterna emoção.
Maria Thereza Neves
JF/3/11/2003 - 22h49
Longamente,
atentamente, vagarosamente...
A
volta, no tempo. Retorno sem pressa.
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